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Laize Kasmirski

Um espaço para a cultura da minha mente

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Música

A ironia de Alanis Morissette

“Ironic” é uma canção escrita por Alanis Morissette e Glen Ballard, foi produzida por Ballard para o terceiro álbum de Alanis “Jagged Little Pill” (1995).

O uso da palavra “irônico” na canção, atraiu a atenção para o que alguns pensam que é uma má aplicação do termo. Na música, há uma série de coincidências infelizes, isso não seria exatamente ironia (sentido literal da palavra), mas sim ironia cósmica.

A ironia cósmica do termo é usada às vezes para denotar uma opinião os povos como os internegativo de um destino cruel de zombaria.

Alanis Morissette – Irônico

Um idoso fez noventa e oito anos
Ele ganhou na loteria e morreu no dia seguinte
É uma mosca no seu Chardonnay
É uma absolvição de morte dois minutos mais tarde
Isso não é irônico? Você não acha?

É como chover no dia do seu casamento
É ganhar uma carona quando você já pagou
É um bom conselho que você simplesmente rejeitou
E quem iria pensar que ele faz sentido?

Sr. Segurança estava com medo de voar
Ele fez suas malas e deu um beijo de adeus em seus filhos
Ele esperou sua maldita vida inteira para pegar aquele vôo
E enquanto o avião caía ele pensou “Bem, isso não é legal?”
E isso não é irônico? Você não acha?

É como chover no dia do seu casamento
É ganhar uma carona quando você já pagou
É um bom conselho que você simplesmente rejeitou
E quem iria pensar que ele faz sentido?

Bem, a vida tem uma engraçada maneira
De te atrapalhar quando você pensa que está tudo bem e tudo está dando certo
E a vida tem uma engraçada maneira
De te ajudar quando você pensa que tudo deu errado e tudo explode na sua cara

Um congestionamento quando você já está atrasado
Um sinal de “Não Fume” na sua pausa para o cigarro
É como dez mil colheres quando tudo o que você precisa é de uma faca
É conhecer o homem dos meus sonhos e então conhecer sua linda esposa.
E isso não é irônico? Você não acha?
Um pouco irônico demais… E, sim, eu realmente acho…

É como chover no dia do seu casamento
É ganhar uma carona quando você já pagou
É um bom conselho que você simplesmente rejeitou
E quem iria pensar que ele faz sentido?

A vida tem uma engraçada maneira de te atrapalhar
A vida tem uma engraçada, engraçada maneira
De te ajudar, de te ajudar

Biografia e música unem e separam contemporâneos Chopin e Schumann

Via Deutsche Welle

Ambos os compositores românticos nasceram em 1810. Duas vidas conturbadas, mortes prematuras, a paixão pelo piano. O alemão admirava o polonês incondicionalmente, sem retribuição. Na música de ambos, ecos da liberdade.

“Tirem o chapéu, senhores: este é um gênio!” Este elogio derramado, publicado em 1831 no jornal musical de Leipzig Allgemeine Musikalische Zeitung, referia-se a um compositor praticamente desconhecido. Ele acabara de apresentar na sala de concertos Gewandhaus seu opus 2, as Variações para piano e orquestra sobre ‘La ci darem la mano’, uma ária do Don Giovanni de Mozart.

O astro da noite, chamado Frédéric Chopin, era filho de uma polonesa com um imigrante francês. Seu local do nascimento foi Zelazowa Wola, próxima de Varsóvia, porém a data é incerta: ou 22 de fevereiro – como se acreditava até há pouco – ou 1º de março de 1810 – mencionada repetidamente por Chopin, nas cartas à mãe. Logo após seu nascimento, a família mudou-se para a capital polonesa, onde o talento musical precoce de Frédéric pôde se desenvolver.

A estreia de Chopin na Alemanha esteve ligada ao primeiro sucesso de um publicista apenas alguns meses mais novo do que ele: Robert Schumann, nascido em 8 de junho de 1810 na cidade de Zwickau, na Saxônia. Ele também aspirava a uma carreira como pianista e compositor e, paralelamente escrevia resenhas musicais.

Crítica musical humanista

Através da mencionada crítica, o colega polonês tornou-se imediatamente conhecido em todo o país. Uma vez que, durante anos, Schumann oscilara entre a literatura e a música, ele dava forma poética a suas resenhas, do mesmo modo que a parte de suas composições.

Uma fonte de inspiração central era o autor Jean Paul. Da mesma forma que este se apresentava através das personagens Walt e Vult, Schumann dividia sua personalidade entre o combativo Florestan e o suave Eusebius.

Em 1834, o músico alemão assumiu a direção redacional da revista Neue Zeitschrift für Musik. Na apreciação sobre os dois concertos para piano e orquestra de Chopin, publicada dois anos mais tarde, Schumann pôs à prova todas as suas qualidades como publicista musical: julgamento musical seguro, linguagem exuberante, engajamento por uma sociedade humanista, aberta, que atravessasse fronteiras.

Ao atribuir ao colega polonês “uma qualidade nacional forte, original”, ele se pronuncia a favor do vizinho povo polonês, dividido entre a Rússia, a Prússia e a Áustria, e duramente massacrado, sobretudo após o fracasso do levante de 1830-31 contra a ocupação czarista. Ao mesmo tempo prestava reverência a Paris, cidade para a qual Chopin emigrara, e à bem-sucedida revolução lá ocorrida em julho de 1830.

Unidos e separados

É patente que Frédéric Chopin não retribuía plenamente o entusiasmo que Schumann lhe dedicava. Ele sorriu dos elogios exacerbados da primeira crítica, e a música do colega não lhe interessava.

No entanto, houve encontros amigáveis. Chopin visitou Leipzig pela primeira vez em 1835, quando apresentou sua Primeira balada, em sol menor a Schumann, e mais tarde a dedicou a ele.

O compositor alemão respondeu com o ciclo pianístico Kreisleriana, que igualmente traz características de balada. Enquanto Chopin se deixara inspirar pelo poeta nacional polonês Adam Mickiewicz, Schumann se apoiou no maestro Kreisler, personagem do romance fantástico Gato Murr, de E.T.A. Hoffmann.

Chopin e Schumann: há tanto para unir quanto para separar esses dois expoentes da música do Romantismo. O primeiro escreveu quase exclusivamente para o piano, o segundo também explorou outros gêneros. Com seus ritmos de dança e seu bel canto pianístico, Chopin alcançou maior popularidade.

Porém o mais cerebral Schumann é responsável por pelo menos dois hits que competem com a famosa marcha fúnebre da Sonata em si menor chopiniana: a peça Träumerei (também conhecida como Rêverie – sonho, divagação) das Cenas infantis, e o primeiro movimento da Terceira sinfonia, ‘Renana’.

Morte e liberdade

Objetos de filmes e livros, ambas as vidas foram obscurecidas pela tragédia. Chopin teve que se separar de sua companheira George Sand, mais velha e dominante, e em 17 de outubro de 1849 – aos apenas 39 anos de idade – faleceu em Paris de tuberculose, que o consumira durante anos.

O depressivo Robert Schumann foi enviado, com 44 anos incompletos, para o asilo para doentes mentais de Endenich, nas cercanias de Bonn, de onde só a morte o libertaria, em 29 de junho de 1856.

Para certos ouvintes mais alertas, a música dos dois clama por liberdade. O filósofo Theodor W. Adorno escreveu assim sobre Chopin: “É preciso ter os ouvidos tapados para não compreender que a Fantasia em fá menor chopiniana é uma espécie de música de triunfo trágico-decorativa, dizendo que a Polônia não estava perdida”.

O mesmo teórico musical afirmaria sobre a obra do contemporâneo alemão: “Nas citações da Marselhesa de Schumann ecoa, enfraquecido, o alvoroço da revolução burguesa, como em sonhos”.

Autor: Augusto Valente
Revisão: Alexandre Schossler



A indecisão nos faz sentir vontade de conversar?

Não precisam de muitas palavras, a composição da letra desta música já nos diz muito (ou não). Mas acredito que todos nós em algum momento nos deparamos com essa situação. Considero esta música uma das melhores do Coldplay =)

“Conversar”

Oh, irmão, eu não consigo entrar em contato
Eu tenho tentado te alcançar
Porque eu não sei o que fazer
Oh, irmão, eu não consigo acreditar que isso seja verdade
Eu estou com tanto medo do futuro e
Eu quero conversar com você
Oh, eu quero conversar com você

Refrão:
Você poderia tirar uma foto de alguma coisa que vê
No futuro, onde eu estarei?
Você pode subir uma escada até o sol
Ou escrever uma canção que ninguém cantou
Ou fazer algo que nunca foi feito

Você está perdido ou incompleto?
Você se sente como um quebra-cabeça?
Não consegue encontrar a peça que está faltando
Diga-me como você se sente
Bem, parece que eles estão falando numa língua que eu não falo
E eles estão falando comigo

Refrão

Então, você não sabe para onde está indo e você quer conversar
Você sente como se estivesse indo para onde esteve antes
Você dirá a qualquer um que ouvir, mas você se sente ignorado
E nada está fazendo muito sentido
Vamos conversar

Segundo álbum mais vendido em todos os tempos

Back in Black é o sétimo álbum do AC/DC e teve seu lançamento 1980. Este é o primeiro álbum após a morte do vocalista Bon Scott, que morreu em 19 de fevereiro de 1980 com 33 anos,  tanto que foi dedicado a ele.  O álbum tornou-se o segundo álbum mais vendido de todos os tempos, atrás somente de Thriller de Michael Jackson.

Seguem abaixo as três músicas mais conhecidas deste álbum 😎

Hells Bells

Back in Black

You Shook Me All Night Long

Astronomia do Metallica

Em homenagem ao show do Metallica que ocorreu dia 30/01 (que eu não fui), deixo-lhe esta música a qual adoro =)

“Astronomy” é um cover de Metallica que está contida no álbum Garage Inc.. A canção original é de Blue Öyster Cult. Também foi regravada pela banda Cult Classic em conexão com a minissérie de The Stand de Stephen King.

A letra possui versos de um poema de Sandy Pearlman, chamado”The Soft Doctrines of Immaginos”. No poema, aliens conhecidos como Les Invisibles guiam um ser humano alterado chamado Imaginos, também nomeado Desdinova. Através da história, desempenham papéis-chave que eventualmente levam à eclosão da I Guerra Mundial.

Em “Astronomia” o personagem de Imaginos chega a perceber sua herança e seu papel como ser humano alterado. São feitas referências a objetos celestes em toda a canção – “A luz que nunca aquece” é a lua, “O fluxo de rainha” da constelação de Cassiopéia, “O meu cão, fixo e conseqüente” Sirius sendo, a estrela do cão. O “Four Winds Bar” pode ser uma referência para o Trópico de Câncer. No geral, há Imaginos explicando sua posição como parte de Les Invisibles.

Astronomia

O relógio marca doze e a lua aparece
Saindo de seus lugares escondidos para você
Como ácido e óleo no rosto de um homem nervoso
As razões dele tendem a sair voando

Como poucos pássaros nos quatro ventos, yeah
Como prata arranhada em maio
Agora as areias formam uma crosta
E a maioria de vocês foram embora, você foi embora

Ah, venha Susie minha querida, vamos dar uma volta
Logo ali na praia
Eu sei que logo você estará casada
E você quer saber de onde os ventos vêm

Bom, nunca foi dito
No mapa que a Carrie lê
Antes da hora você sabe
Na barra de quatro ventos, mm, yeah

Yeah
Hey!
Hey!
Hey!
Hey!
Quatro ventos na barra de quatro ventos
Duas portas trancadas e janelas com barras
Uma porta é para você entrar
A outra é apenas um reflexo

Hey!
Hey! Yeah!
Hey! Yeah!
Hey!

Ooh, no brilho infernal e conclusivo
O outro é uma cópia
O fluxo constante, luz eterna
Ou a luz que nunca aquece
Sim, a luz que nunca, nunca aquece
Sim, a luz que nunca, nunca aquece
Nunca aquece, nunca aquece

O relógio marca doze e a lua aparece
Saindo de seus lugares escondidos para você
Enfermeira Carrie e querida Susie
Se encontrariam na barra de quatro ventos

É o nexo da criso
E a origem das tempestades
Apenas um lugar que sem esperança
Encontre tempo e então vem a mim

Yo!
Hey!
Hey!
Hey!
Hey!

Me chame de Desdenova, luz eterna
Essas graves escavações minhas
Concerteza provaram minha razão
E não esqueça minha boneca, fixada e consequente

Astronomia – uma estrela
Astronomia – uma estrela
Astronomia (astronomia) – uma estrela, yeah
Astronomia – uma estrela

Astronomia

Fantásticas obras de Ian Anderson

Ian Scott Anderson nasceu na Escócia no dia 10 de agosto de 1947. Ele é um cantor, compositor, guitarrista e flautista britânico, mais conhecido por ser o líder da banda de rock and roll Jethro Tull.

Ian Anderson possui 5 álbuns solos:

  • Walk Into Light (1983)
  • Divinities: Twelve Dances With God (1995)
  • The Secret Language Of Birds (2000)
  • Rupi’s Dance (2003)
  • Ian Anderson Plays the Orchestral Jethro Tull (2005)

Abaixo Ian Anderson tocando com a orquestra a música In the Grip Sronger Stuff. Essa música faz parte do álbum Divinities: Twelve Dances With God.

A próxima música é The Storment Shuffle que consta no álbum The Secret Language of Birds.

Para finalizar, a melhor de todas (minha preferida do Ian) In a Black Box do álbum Divinities: Twelve Dances With God (esse álbum é fantástico).

Homem do Dia: Jason Becker

O “Homem do Dia” de hoje foi indicação de Ronildo Garcia.

Jason Becker nasceu no dia 22 de julho de 1969 nos Estados Unidos. Ele é um guitarrista neo-clássico e compositor. O pai de Becker, que havia estudado violão erudito, lhe deu uma guitarra quando tinha 3 anos e inclusive deu aulas. Jason tocava músicas do Bob Dylan, Eric Clapton, Jeff Beck e Eddie Van Halen, entre outros. Com 16 anos, Becker conheceu Marty Friedman (ex-guitarrista do Megadeth), o qual se tornaram amigos e criaram a banda Cacophony em que gravaram dois álbuns: Speed Metal Symphony em 1987 e Go Off! em 1988 (nesse mesmo ano ele lançou um álbum solo:   Perpetual Burn.)

Aos 20 anos, Becker se juntou a banda de David Lee Roth, substituindo Steve Vai que foi tocar com Whitesnake. Durante a gravação de A Little Ain’t Enough em 1989, Becker disse que sentia, “lazy limp” (coxeadura preguiçosa??) em sua perna esquerda. Logo foi diagnosticado com ALS — esclerose lateral amiotrófica (uma doença degenerativa e incapacitante) e lhe deram três a cinco anos de vida. Embora tenha conseguido terminar o álbum, que foi lançado em 1991, ele não pode participar da turnê devido a sua incapacidade para desempenhar no palco.

Devido a sua doença, Jason acabou perdendo a capacidade de falar e agora se comunica com os olhos através de um sistema desenvolvido pelo pai dele. Embora sua doença roubou-lhe gradativamente a sua capacidade de tocar guitarra, andar e até mesmo para falar, ele continua afiado mentalmente, com o auxílio de um computador, continua compondo. Na parte de trás da capa do CD Perspective (lançado em 1996), Becker afirma “Eu tenho Esclerose Lateral Amiotrófica. Tenho meu corpo e minha fala aleijada, mas não a minha mente.” Seu estado de saúde manteve-se estável desde 1997. Em 2003, Jason postou em seu site que estava se sentindo melhor e tinha ganhado algum peso. Para obter mais informações, acesse: JasonBeckerGuitar.com

Confira abaixo a música Altitudes do álbum Perpetual Burn.

Música para o Natal \o/

Queridos leitores, deixo-lhes uma das melhores músicas natalinas: Queen – Thank God it´s Christmas \o/

Obrigada Deus é Natal

Oh meu amor nós tivemos nossa parte de lágrimas
Oh meu amigos nós tivemos nossas esperanças e medos
Oh meus amigos esse foi um longo e árduo ano
Mas agora é Natal
Sim é Natal
Obrigada Deus é Natal

A lua e as estrelas parecem terrivelmente frias e brilhantes
Vamos esperar a neve fazer esse Natal verdadeiro
Meu amigo o mundo fará parte dessa noite especial

Porque é Natal
Sim é Natal
Obrigado Deus é Natal
Por uma noite

Obrigado Deus é Natal sim
Obrigado Deus é Natal
Obrigado Deus é Natal
Pode ser Natal?
Deixe ser Natal
Todo dia

Oh meu amor nós temos vivido em dias confusos
Oh meu amigo nós temos os caminhos mais estranhos
Todos os meus amigos nesse dia dos dias
Obrigado Deus é Natal
Sim é Natal
Obrigado Deus é Natal
Por um dia

Obrigado Deus é Natal
Sim é Natal
Obrigado Deus é Natal
Oooh sim
Obrigado Deus é Natal
Sim sim sim sim é Natal
Obrigado Deus é Natal
Por um dia

Um Natal muito feliz para vocês todos

Let It Be (Beatles)- Homenagem à mãe

A música Let It Be, tocada pelos Beatles, foi escrita pelo Paul McCartney e lançada no Lado A do single Let It Be/You Know My Name de 1970. Em uma parte da letra, faz parecer ser algo católico ou cristão: “Mother Mary comes to me” (mãe Maria vem pra mim), mas na realidade Paul fez em homenagem à sua mãe Mary McCartney, que foi vítima de um câncer, qual o abalou profundamente quando era  ainda criança.

McCarteny sonhou com sua mãe vindo em sua direção e dizendo Let it be, algo como “deixa estar” ou “vai ficar tudo bem” e quando ele acordou, já estava com a melodia da música na cabeça.

A música existe em duas versões com o solo do George Harrison. Sem contar uma versão do álbum “Let It Be…Naked”. Acho muito bonita a música em si e a letra, gosto do trecho em que diz: “Falando palavras de sabedoria” (geralmente a mãe  tem razão.) =P

Let It Be [Deixa Estar]

Quando eu me encontro em momentos dificeis
Mãe Maria vem pra mim
Falando palavras de sabedoria, deixa estar

E nas minhas horas de escuridão
Ela está em pé bem na minha frente
Falando palavras de sabedoria, deixa estar.

Deixa estar, deixa estar.
Sussurando palavras de sabedoria, deixa estar.

E quando as pessoas de coração partido
Morando no mundo concordarem,
Haverá uma resposta, deixa estar.

Pois embora possam estar separados há
Ainda uma chance que eles verão
Haverá um resposta, deixa estar.

Deixa estar, deixa estar, yeah.
Haverá uma resposta, deixa estar.

Deixa estar, deixa estar, yeah.
Sussurando palavras de sabedoria, deixa estar.

Deixa estar, deixa estar, yeah.
Sussurando palavras de sabedoria, deixa estar.

E quando a noite está nublada,
Há ainda uma luz que brilha em mim,
Brilha até amanhã, deixa estar.

Eu acordo ao som da música
Mãe Maria vem para mim
Falando palavras de sabedoria, deixa estar.

Deixa Estar, deixa estar.
Haverá uma resposta, deixa estar.
Deixa estar, deixa estar.
Sussurando palavras de sabedoria, deixa estar

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